quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Associação Maria Rosa -AMAR


A ASSOCIAÇÃO MARIA ROSA - AMAR, organiza anualmente no dia 25 de novembro (Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher) uma CAMPANHA PELA ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER como forma de mobilização e conscientização da mulher e da sociedade para a questão da violência doméstica, com distribuição de folders educativos em alguns pontos estratégicos na cidade de Caçador-SC, para conscientização sobre a Lei Maria da Penha e Violência Doméstica Familiar.
Onde tem violência todo mundo perde. A agressão contra a mulher é crime. Denuncie!
"Mais que o corpo, a violência machuca a alma, destrói os sonhos e acaba com a dignidade da mulher! "

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Associação Maria Rosa como exemplo de solidariedade


Em 1989, mulheres de boa índole e interessadas em difundir a solidariedade buscaram lutar pelos direitos das mulheres, especialmente das que sofriam violência física, psicológica, sexual ou de qualquer outro gênero. Esse movimento recebeu o nome de Movimento das Mulheres Urbanas, tendo início em Caçador – SC, e recebendo como primeira conquista a Delegacia de Proteção a mulheres, crianças e adolescentes. O movimento tomou força nos anos seguintes e foi, então, que em 2000, a Associação Maria Rosa, finalmente, teve origem e passou a receber apoio de vários órgãos, inclusive o da Prefeitura Municipal e do Fórum de Caçador.

A Associação é administrada pela própria diretoria executiva e recebe auxílio dos órgãos associados. É mantida por intermédio de promoções realizadas pelos membros integrantes, o que permite convênios, doações e a arrecadação de fundos. A AMAR é aberta para receber apoio de qualquer entidade que se sensibilize pelas causas.

A principal missão da AMAR é acolher e abrigar mulheres* que sofrem violência de qualquer gênero e enfrentam dificuldades sociais, sendo que cada caso é encaminhado à Delegacia da Proteção à Mulher, ao Fórum, ao Conselho Tutelar, ao Caps, aos hospitais municipais e aos Programas Sociais correspondentes. Por isso, conta com a participação de profissionais, tais como psicólogos e assistentes sociais, que prestam auxílio à associação.

Entre 2006 e 2008, a instituição já atendeu mais de 300 pessoas que estavam em situação de vulnerabilidade social ou foram vítimas de violência doméstica.

* Os filhos das mulheres atendidas também podem receber os benefícios da associação.